Ai meu Deus, porque tão intensa?
Porque tão sensível?
Porque tão briguenta?
Porque tão furiosa?
Porque tão ciumenta?
Porque tanto?
Me dava um tiquinho de cada coisa
e me faria feliz... ou não.
Para que nascer perfeita afinal?
Tenho a vida inteira para me lapidar.
A não ser que eu me afogue em tanta água barrenta
com letras de fogo
escritas pelo Sol.
Em cima do meu rio tem álcool,
uma faísca e a água entra em chamas...
A água fervente do meu estomago me queima,
me faz mal tudo isto em tão grande quantidade.
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