Amo ser a caricatura tragicômica da italiana pobre, adooooro:
- ir na rodoviária do Tietê e em aeroportos,
- fazer feira na xepa e olhar de fora a fora os preços,
- sacudir a toalha de mesa na janela,
- gritar o nome dos amigos na rua, dentro de estabelecimentos e pela janela do meu apê,
-sair pela rua chorando,
- fazer comida com as mãos: biscoitos, pães e tortas,
-dar gargalhadas em horas impróprias,
-bocejar bem alto quando o assunto está entediante,
- ir na 25 de março e entrar em todas as lojas comprando tudo e mais um pouco,
- fazer hidratação no cabelo com sacola de supermercado na cabeça,
- ir em mercadinho de bairro (sempre tem umas marcas bizarras de refrigerante),
- Escrever cartas,
- arroz com feijão e batata frita,
- praia com gente pobre, em que ninguém tem plástica e é feliz.
A vida é mais engraçada e divertida na pobreza (veja Chaves e Os trapalhões), porque etiqueta é muito entediante!!
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