A vida pode ser comparada, para mim, a um trem cujo rumo é desconhecido.
Sentada em cima dele tem-se a escolha de apenas observar a paisagem e esperar onde ele vai parar ou ficar preocupado onde ele vai parar, desejar que ele pare no lugar que você quer, se revoltar com o seu trajeto, ter medo...
Sabendo de sua imprevisibilidade e do aleatório sempre presente, que costuma-se chamar destino, devemos estar sempre preparados para o pior e para o melhor, mas não o temos como prever.
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