Estou conhecendo meus limites a cada dia que passa, tanto físicos quanto os internos, emocionais e mentais.
Descobri que me fecho (como aqueles macaquinhos que colocam as mãos na boca, olhos e ouvidos) quando me tratam com grosseria. Penso se isto é certo ou errado, mas logo em seguida penso: não existe certo ou errado.
Para qualquer uma de nossas qualidades não existe certo ou errado, alguém julgou as coisas e as nomeou assim, nós compramos ou não essa ideia, e mudamos ou não nosso modo de ser se assim escolhemos.
Limites são limites, podemos derrubar os muros que o limitam ou ficar dentro desse muro se assim for confortável, mas sempre terá um limite também dentro da quebra de limites. Somos o que somos.
Parece até redundante dizer: limites são limites, somos o que somos, mas o que eu quero dizer é que não há escolha mais inteligente do que se entregar a vida, essa é a verdadeira escolha entre as escolhas que fazemos.
Se entregar ao fluxo aleatório e incontrolável da vida no presente, ou ficar agarrado em ideias de limites, em acontecimentos do passado e expectativas do futuro é a escolha que fazemos na vida.
Resolver os problemas que acontecem no presente também! Não quero abrir brecha para o conformismo, não é nada disso! Um dia conseguirei escrever com clareza essa minha opinião, pois isso não passa de uma opinião. E opiniões são opiniões.
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