Quem vai em passeatas, atos, manifestações e afins está cansado de ouvir gritos que dizem:
"... educação não é mercadoria!"
"... a mulher não é mercadoria!"
"... o transporte não é mercadoria!"
"... o animal não é mercadoria!"
Mas afinal, o que é mercadoria? No dicionário Michaelis o que se encontra é o seguinte:
mercadoria
mer.ca.do.ri.a
sf (mercador+ia1) 1 Aquilo que é objeto de compra ou venda. 2 Aquilo que se comprou e que se expõe à venda.
Bom... Se algo está coisificado é por alguém e alguém ganha dinheiro com essa objetivação. Mais do que passeatas, penso eu, devemos ir ao foco das nossas reivindicações, a raiz, aos "alguéns" que por pura ganancia desmedida prejudicam a todos nós, não só quem estuda, não somente as mulheres, não apenas quem utiliza-se dos transporte públicos e nem somente os animais.
É hora de boicotar e fazer manifestações de impacto, que atinjam a raiz do problema e não somente outros passantes pela rua que não podem fazer nada ou policiais que são marionetes do Estado e que também não vão mudar nada. Lutar por lutar apenas cansa os militantes e ajuda para que se tornem barrigudos que daqui a alguns anos votando na legenda do PSDB dirão: "eu já fui de esquerda".
Vamos pensar em atitudes que atinjam realmente o bolso desses que transformam em mercadoria o que não é nem nunca deveria ser tratado, pago e visto como tal pela sociedade.
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