Hoje o sorriso que estampa meu rosto
é calmo e sublime.
É carniceiro e cruel.
é tudo o que um sorriso pode carregar
e não é nada além de um sorriso.
Hoje as pessoas são mais verdadeiras,
as pessoas são mais cruéis,
as pessoas querem o meu bem,
as pessoas querem o meu mal
Elas querem tudo o que eu acreditar
que querem de mim.
Elas apenas são,
não são nada do que eu acredito que sejam.
Hoje os meus sentimentos são livres e soltos
Muitos deles não tem nomeação,
mas isso não me aflinge.
O nome carrega o peso do significado,
o sentimento sem nome é puro por existir.
Os sentimentos são presentes,
dessignifico os sentimentos passados,
me livro de lixos emocinais
criados pela mente infantil e primitiva.
O mundo se inclina a mim
e eu me inclino ao mundo com respeito.
Tudo o que ele me oferece virou nada e é nada,
momento do zero, momento do começo...
Tomo o poder que é meu nas minhas mãos,
o poder de não ser somente um grão de areia
um cordeirinho de um ser superior,
mas um ser digno de criar sua própria realidade como quiser
e eu escolho ser feliz.
(esse escrito tem limitações do social... como ser feliz no meio de uma guerra civil, passando fome ou frio? Há dados da realidade empírica que não dependem de mim... frio e fome não são psicologicos, apenas são; apenas sentimos e é desagradável... Isso o que eu escrevi, serve para mentes burguesas, que apesar de não passar pelos intemperes da vida, reclamam e criam lixos para as suas vidas, criam fome, criam frio, criam tudo de ruim, mesmo nao passando por isso...
O ser humano necessita sentir frio e fome mesmo nao sentindo concreta e fisicamente?
Me parece que há dois conflitos, conflitos diferentes as duas classes economicas... os concretos e os abstratos, às classes baixas e altas... como o ser humano se livra do sofrer? Buda já se fez essa pergunta a 6.000 anos atrás...
Porque o ser humano cria sofrimento a si e diz que sofre tanto?
Porque as pessoas se sentem doentes sem estar?)
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