segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A mutabilidade do subjetivo

O fluido flui,
o que flui se move,
o móvel muda,
O mutável se transforma.

O transformável é metamorfo,
a lagarta não é borboleta,
mas a borboleta é lagarta.
O hoje, não é o amanhã, mas o é.

Hoje sinto o invisível,
Amanhã ele nunca existiu.
Falo de Amor, não me entendeste?
É fluido, é móvel, é sensível...
É eterno, mas não é.

É, enfim, um mistério o seu fluir.

Nenhum comentário:

Postar um comentário