(...)
O que sei, é que o que é, não se nega.
O que é, existe por escapar dos dedos,
escapar do controle, da razão, num átimo.
Não se demonstra com a razão nem com a linguagem,
Se revela em gestos tímidos, sublimes, suaves...
Imperceptíveis a quem está de fora,
mas envolvente a quem recebe.
Amor seja um fluido invisível então?
(...)
14/12/09
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